sábado, 6 de dezembro de 2014

O MEU AVÔ - texto memorialista


O meu avô

        Acordando pelas 12 horas em sobressalto, pois pensei que tinha faltado à escola, fui pedir esclarecimentos à minha mãe, e Deus é testemunha como eu queria ter estado calado! Incrédulo fiquei,  quando a minha mãe me diz que o meu avô falecera. Primeiro, ri-me pensando que tudo era uma brincadeira parva, só que, ao ver o meu pai a chorar, caiu em mim toda aquela realidade obscura e horrorosa. 
      O meu herói, o meu querido avô, de repente desapareceu.
      No dia seguinte, chorando fui ao funeral. Ainda assim, não me apercebera de toda a realidade da situação, pois ainda encarava tudo pelo lado positivo.
       A caminho da escola, relembrando-me dele, vejo toda esta cortina de positividade a ser arrancada, o que me pareceu ainda mais rápido do que um touro numa tourada  encurralado por todos os lados sem ter por onde ir .
     Mas hoje, penso que tudo isto me amadureceu e que ele está num sítio melhor.  

Francisco Dias, 8ºF,T+
 
 

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