Foi apresentado o grande projeto "Descomplicar as TIC em rede" da autoria de José Santos Silva, membro da equipa da biblioteca da escola EB 2, 3 Monsenhor Jerónimo Amaral, que envolbe 6 projetos de diversas disciplinas.
Apresentação teve como base um power point concebido pela professora bibliotecária Anabela Quelhas e a intervenção coube a Maria José Machado uma das autoras do projeto que mais tem aplicado as ferramentas Google Apps. Foi na Biblioteca Municpal de Vila Real a 9 de abril de 2016.
O projeto é para continuar.
As fotografias são da professora Ana André.
Clique aqui:
http://pt.slideshare.net/culturalmente/descomplicar-as-tic-em-rede
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sábado, 9 de abril de 2016
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
O que é o Amor?
A apresentação do livro com o titulo "O QUE É O AMOR?" proporcionou um debate de ideias
entre todos, alunos e docentes do Centro Escolar de Abade de Mouçós. A colaboração de cada criança com uma frase sobre o tema, permitiu a construção de um "Grande Coração".
O grande "coração" construído com a colaboração de todos.
entre todos, alunos e docentes do Centro Escolar de Abade de Mouçós. A colaboração de cada criança com uma frase sobre o tema, permitiu a construção de um "Grande Coração".
O grande "coração" construído com a colaboração de todos.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Dia Internacional da Tolerância
O grupo de Filosofia dinamizou no âmbito do Dia Internacional da Tolerância uma atividade na Biblioteca da Escola Básica Abade de Mouçós com o objetivo de estimular a reflexão e a capacidade de argumentar e fomentar a tolerância.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
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quinta-feira, 6 de novembro de 2014
EM MOUÇÓS APRENDE-SE A COMER BEM!!!
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terça-feira, 1 de julho de 2014
A AVENTURA DA ESCRITA
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segunda-feira, 17 de março de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
Uma imagem que vale muitas palavras...
À esquerda, na imagem, aquilo que todos temos disponível. À direita, aquilo que queremos que os nossos alunos alcancem... Passar a fronteira exige algum trabalho, mas compensa muito! Força!
https://www.facebook.com/AmericanMensa
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
“Juntos vamos criar uma Internet melhor"
No dia 11 de fevereiro de 2014, comemora-se o Dia da Internet Mais Segura. Para que este
dia seja assinalado na comunidade escolar, convidamos todas as escolas a
dinamizarem atividades sobre as temáticas relacionadas com a Segurança na
Internet, na segunda semana do mês de fevereiro de 2014.
Também
AVG_EBOOK
(Um recurso importante: leia, informe-se!)
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Bem-vindo a 2013-2014!
As tuas bibliotecas dão-te as boas-vindas, desejam-te muito sucesso neste teu novo ano escolar!
Conta sempre connosco!
sexta-feira, 15 de março de 2013
O cérebro e a leitura
É possível ensinar a gostar de ler? Quais são os períodos
sensíveis para a aquisição de competências leitoras? Que papel desempenha a memória
nesse processo e como se desenvolve? Quando lemos, o que acontece no nosso
cérebro?
Estas e outras questões serão abordadas pela investigadora e
excelente comunicadora Teresa Silveira na sessão «O ABC da importância da
leitura», sexta-feira, dia 15 de março, pelas 16h00, na Biblioteca Municipal.
Uma iniciativa da Rede de Bibliotecas de Vila Real.
Ilustração: http://sofistadeonda.arteblog.com.br
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
A IMPORTÂNCIA DA ARTE NA FORMAÇÃO DOS ALUNOS
A IMPORTÂNCIA DA ARTE NO ENSINO/FORMAÇÃO DOS ALUNOS
A formação dos alunos deve ser integral, abrangendo o corpo e a mente de forma equilibrada, através do desenvolvimento de vários domínios (cognitivo, psicomotor e sócio afetivo) e explorando vários caminhos do saber.
Em todo este processo de aprendizagem, a arte é a área do saber que permite uma plena integração no individuo de todos os saberes, introduzindo de forma equilibrada ajustamentos entre o exterior e o seu mundo interior.
Há jovens que é na arte que encontram o seu sucesso educativo e onde promovem a sua autoestima. Há crianças que chegam à escola carregando imensos problemas familiares, e é através das suas concretizações artísticas que elas exteriorizam o seu mundo interior, feito de alegrias e frustrações, promovendo a sua autoestima e aprendendo a respeitar as experiências dos outros. Está mais que provado que a arte reduz a agressividade, que é uma almofada onde se esbate o confronto violento entre nós e a sociedade que nos rodeia. É através da arte (Educação Visual) que lentamente as crianças vão interiorizando o método de trabalho científico, útil em qualquer momento, sempre que o Homem tem que tomar decisões.
O principal objetivo da arte na formação das crianças e jovens não é criar artistas, mas sim indivíduos conscientes, capazes de exercer a cidadania com responsabilidade e sentido crítico, capazes de refletir seriamente sobre os problemas e serem sensíveis ao que os rodeia. Ser capaz de pensar, de criar, de inventar e de avaliar são tarefas essenciais a todo este processo.
Na escola, o aluno tem que ter um espaço que lhe permita estar isento de manipulações, onde possa ser ele próprio, onde se valorize a sua experiencia pessoal, e onde se facilite a partilha de experiências multiculturais. Esse caminho não pode ser moldado/sufocado, tem que ser seguro e feito de liberdade para que cada um se possa expor e revelar as suas inquietações, medos, desejos, angustias, sonhos, etc. É a arte que lhe permite despertar os seus sentimentos e moldar novas realidade/afetos com que é posto em contacto diariamente.
A formação dos alunos deve ser integral, abrangendo o corpo e a mente de forma equilibrada, através do desenvolvimento de vários domínios (cognitivo, psicomotor e sócio afetivo) e explorando vários caminhos do saber.
Em todo este processo de aprendizagem, a arte é a área do saber que permite uma plena integração no individuo de todos os saberes, introduzindo de forma equilibrada ajustamentos entre o exterior e o seu mundo interior.
Há jovens que é na arte que encontram o seu sucesso educativo e onde promovem a sua autoestima. Há crianças que chegam à escola carregando imensos problemas familiares, e é através das suas concretizações artísticas que elas exteriorizam o seu mundo interior, feito de alegrias e frustrações, promovendo a sua autoestima e aprendendo a respeitar as experiências dos outros. Está mais que provado que a arte reduz a agressividade, que é uma almofada onde se esbate o confronto violento entre nós e a sociedade que nos rodeia. É através da arte (Educação Visual) que lentamente as crianças vão interiorizando o método de trabalho científico, útil em qualquer momento, sempre que o Homem tem que tomar decisões.
O principal objetivo da arte na formação das crianças e jovens não é criar artistas, mas sim indivíduos conscientes, capazes de exercer a cidadania com responsabilidade e sentido crítico, capazes de refletir seriamente sobre os problemas e serem sensíveis ao que os rodeia. Ser capaz de pensar, de criar, de inventar e de avaliar são tarefas essenciais a todo este processo.
Na escola, o aluno tem que ter um espaço que lhe permita estar isento de manipulações, onde possa ser ele próprio, onde se valorize a sua experiencia pessoal, e onde se facilite a partilha de experiências multiculturais. Esse caminho não pode ser moldado/sufocado, tem que ser seguro e feito de liberdade para que cada um se possa expor e revelar as suas inquietações, medos, desejos, angustias, sonhos, etc. É a arte que lhe permite despertar os seus sentimentos e moldar novas realidade/afetos com que é posto em contacto diariamente.
Anabela Quelhas (prof de Artes Visuais)
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Halloween: uma tradição importada
Cambridge, 2010 | Fotografia de Mª Manuel Carvalhais
O dia das
bruxas teve origem há cerca de dois mil anos entre os povos celtas, a
partir da comemoração do festival de Samhain, na Irlanda. Esse festival
era realizado entre 30 de Outubro e 2 de Novembro, marcando o fim do verão e o
início do Ano Novo.
Com o passar do
tempo estabeleceu-se uma data fixa para a comemoração e esta adquiriu um novo
significado: o povo acreditava que na noite de 31 de Outubro as almas vinham à
Terra para possuir as pessoas! Esta era, segundo os Celtas, a única forma de
vida após a morte. Por esse motivo a comemoração passou a ser chamada de Halloween
(dia das Bruxas, dia de Todos os Santos ou Encontro das Almas).
Crendo que as
almas voltavam e possuíam as pessoas, os irlandeses, na noite do dia 31 de
Outubro, passaram a apagar as tochas e fogueiras de suas residências com o
intuito de deixá-las frias e incómodas, fantasiavam-se e desfilavam
estrepitosamente pelo bairro para espantarem as almas que procuravam corpos
para possuí-los. Essa tradição estendeu-se aos Estados Unidos no século XIX,
com a chegada de imigrantes irlandeses. A data tornou-se tão importante para o
país, que foi estabelecido
feriado nacional nesse dia, sendo a festa norte-americana mais conhecida de
todos e em todo o mundo.
Texto baseado no artigo de Eliene Percília,
do sítio “Equipe Brasil Escola”, adaptado.
Em Portugal é sobretudo uma comemoração escolar, que vem ganhando maior
relevo com a importância do estudo do Inglês e com a valorização das tradições
culturais dos povos de língua inglesa. É também aproveitada comercialmente como
oportunidade de venda de livros, filmes, acessórios e brinquedos.
Por
cá, as histórias populares de bruxas, boas e más, não as vinculam a um só dia
de aparição, antes a múltiplas terças e sextas-feiras e ao espaço variado e
dúbio das encruzilhadas dos caminhos.
Se tens curiosidade em
conhecer histórias de superstições e de bruxas ligadas à tradição popular de
Trás-os-Montes, um bom livro para ler, agradável e muito engraçado, é O Diabo
Veio ao Enterro, de A. M. Pires Cabral (existe
na nossa biblioteca).
sábado, 20 de outubro de 2012
The Fantastic Flying Books of Mr Morris Lessmore
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Temas para reflexão
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
español
domingo, 7 de outubro de 2012
literacia da informação
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Temas para reflexão
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Tema para reflexão: a tradição já não é o que era?
(Ilustração: http://detesto-sopa.blogspot.pt)
A ideia de uma reescrita “atualizada” dos contos tradicionais, no que aos valores diz respeito e tendo como objetivo a conformidade com a matriz de valores da sociedade ocidental global dos nossos dias, parece-me de todo descabida, por desnecessária e empobrecedora.
Não significa isto que os contos tradicionais, tal como os conhecemos hoje, na sua forma escrita e passada pelo labor literário, não sejam já, também eles, resultado de múltiplas transformações. Aliás, muito antes da fixação pela escrita e da criação escrita, o conto fez parte de uma tradição oral de prática comunitária, em que o contador executava a parte do reportório conhecido que mais convinha ao auditório e ao seu próprio talento, “tratava-se, portanto, da actualização de ‘um esquema relativamente abstracto’, em que os detalhes e a fala eram constantemente adaptados aos usos locais, sem que, no entanto, se produzissem inovações que desrespeitassem a lógica do conto e a escolha dos materiais (os motivos) utilizados pela tradição”. Como sublinha Denise Paulme, «la quête d’une version initiale, d’où toutes les autres seraient dérivées, est illusoire».
André Jolles fala da ‘forma simples do conto’, referindo-se a esse fundo capaz de permanecer idêntico nas várias atualizações que dele se façam e considera, precisamente, que “através do maravilhoso, que lhe é imprescindível, o conto desencadeia uma moral ingénua que corresponde às expectativas do leitor, ou seja, no universo do conto as coisas acontecem como gostaríamos que acontecessem – repondo a justiça, premiando os bons, castigando os maus, etc. – e opõem-se ao universo real, que Jolles considera trágico”.
Esta presença do maravilhoso, quanto a mim, acentua a alteridade desse outro mundo que é o ficcional. Ao ouvir/ler a fórmula inicial, a criança transporta-se para esse outro tempo e espaço de leis e de lógicas diferentes. A “narrativa maravilhosa, apesar de recorrer a situações estranhas e sobrenaturais, fá-lo assumindo claramente o seu carácter simulado e criando um mundo paralelo sem hipótese de contaminação com o mundo real”.
A não ser em casos graves de perturbação de ordem psíquica da criança, não creio que a audição e leitura de contos tradicionais possa ser responsável pela aquisição de valores considerados hoje incorretos e pela futura adoção de comportamentos desadequados. A presença nas narrativas desses valores tradicionais ultrapassados, e atualmente negativamente conotados, tem justificação histórica e a sua adaptação à mentalidade atual constituiria, portanto, uma perda desse valor histórico. Por outro lado, a sua manutenção, numa versão mais próxima da que terá sido a original, poderá proporcionar ao educador, se quiser intentar esse tipo de exploração, o confronto desses valores e, eventualmente, a defesa de um caminho percorrido pelo Homem no sentido da perfeição…
Por outro lado, do educador depende, também, a leitura prévia, a escolha, a forma de contar, a atenção ao seu auditório e a avaliação da receção, sobretudo aquando de leituras feitas para os mais pequenos. A presença, a sabedoria e a voz reconfortantes de quem lê poderão impedir eventuais reações de medo ou de choque que excedam o aceitável frisson de excitação e de envolvimento no enredo.
Bem menos controláveis, são as reações a gravações áudio de histórias tradicionais e a filmes de animação, em que não é possível dosear o efeito sonoro ou/e das imagens. Jovens da casa não suportavam, numa cassete áudio com a história da Branca de Neve, o episódio do abandono na floresta, bem acentuado, orquestralmente, com sons de tragédia e ventos sibilinos; no entanto, se em vez do som gravado, a melodia fosse a da conhecida e segura voz da mãe, a história seguia o seu devir, recheada dos mesmos pormenores terríficos, mas sem dramas na receção.
Maria Manuel Carvalhais, outubro 2011
…………………
JOLLES,
André (1972). Formes Simples.
Paris : Éditions du Seuil, p. 173
PAULME,
Denise (1976). La mère devorante. Paris: Gallimard. Apud ZEGGAF, Abdelmajid (1987). Le statut des variantes, in Cruzeiro Semiótico. Porto, p. 43
REIS, C., LOPES, Ana C. M. (1990). Dicionário de Narratologia. 2ª ed.
Coimbra: Almedina, p. 81.
SANTOS, Maria Manuel (2000). O Fantástico na Ficção de A. M. Pires Cabral.
Vila Real: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, p. 46, 49 e 69.
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